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Conseguimos!!

As metas que mais prazer dão alcançar são aquelas cujo trabalho foi mais difícil de realizar, as que tiveram mais contratempos, menos paciência, mas mais sangue frio e determinação. Porque as coisas têm que ser feitas, agora e já, independentemente das condições apresentadas. Há que desenrascar, improvisar, até mesmo inventar...! Poucos recursos, pouco tempo, muitos contratempos e imposições, mas muita força de vontade (e de braços!), muita iniciativa e nenhum medo de falhar...!
"Apesar das condições atmosféricas não levarem a crer ser possível realizar a Caminhada pela Paz como pensada à priori, a chuva parou e a Caminhada seguiu o seu percurso normal. Devido ao frio e à possibilidade da chuva voltar a cair na Golegã, este ano houve menor adesão da comunidade. No entanto a Pastoral Social, como grupo organizador, e dados os contratempos inerentes a este tipo de actividade, faz um balanço bastante positivo da Caminhada pela Paz 2008. As novidades apresentadas foram do agrado geral havendo claro, pontas a limar... Para 2009 esperamos conseguir fazer mais e melhor, cativando a comunidade e incentivando-a a participar activamente na construção da PAZ. O nosso MUITO OBRIGADO a todos os que tornaram esta caminhada possível, fazendo assim com que a Paz seja um pouco mais real, pelo menos nas nossas acções do dia-a-dia e nos nossos sonhos...

Pastoral Social - Golegã"

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Bagos de esperança

Tira-se o arroz do tacho e ficam meia dúzia (mais!) de bagos de arroz no fundo. Come-se o que se tem no prato - até se comeu tudo - mas ficam uns baguinhos de arroz. Vai tudo para o lixo ou pelo ralo do lava-loiça abaixo. Esses bagos de arroz, que parecem insignificances, ao fim de um tempo correspondem a um prato cheio de arroz. E não é preciso muito. Faz-se uma panela de arroz e sobra. Quem nunca? Há três opções em primeira instância: guardar deitar fora guardar para deitar fora mais tarde Guarda-se na esperança de ainda o comer; deita-se fora porque se sabe que já não se vai comer; ou guarda-se na esperança de ainda o comer (para descansar a consciêcia), mas sabendo que é certo que vai parar ao lixo dentro de dias. Esses restos de arroz não comido falecem num Tupperware no frigorífico (para quem ainda os usa), outros falecerão numa caixa plástica do chinês e outros numa de vidro. Só muda o caixão, o morto é morto em qualquer um. Em criança diziam muitas vezes (a mim e aos outros): ...

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