Avançar para o conteúdo principal

O que é a felicidade afinal...?

Estado de espirito? Sentimento? Algo completamente impensavel ou estado normal?

Devia ser o estado de espirito de todos nos, todo o dia, todos os dias... Mas por problemas ou contratempos nao o é...

A vida nao é facil e nos por vezes também a complicamos demais...! As coisas nao tem que ser tao feias como as pintamos!... Nem tao complicadas... Nem tao impensaveis... Nem tao... Nem tao como a nossa cabeca ou o nosso coracao as fazem parecer!

A culpa é nossa! Por vezes é tudo tao mau que nao conseguimos sequer pensar que tem a minima hipotese de melhorar...! Mas tem! E isso depende muito de nos; nao podemos ser demasiado optimistas, mas também nao podemos estar sempre de pé atras, a contar todos os "mas" e "se's" que os problemas nos trazem... Ao fundo do tunel ha sempre uma luz. Pode ser fraca. Pode estar distante. Mas acreditem, com forca de vontade e determinacao conseguimos la chegar!...

Um conselho: nao criem problemas onde eles nao existem! Facilitem em vez de complicar tudo...! Vejam o lado positivo e nao sempre os "se's" das questoes, aqueles "se's" que nos fazem recuar, ter medo e que por vezes nos impedem de sermos realmente felizes!!

Porque 'SE for...', 'SE acontecer', 'SE...' são demasiados "SE's" para uma questao so. Que por vezes de complicada nao tem nada, nos é que complicamos tudo sem necessidade nenhuma!...

Sejam felizes e... Sonhem!

Comentários

Anónimo disse…
A vida é curta demais pra n arriscarmos a ser felizes. A felicidade pode estar bem perto e nós n a vemos ;)

@@@

Mensagens populares deste blogue

Bagos de esperança

Tira-se o arroz do tacho e ficam meia dúzia (mais!) de bagos de arroz no fundo. Come-se o que se tem no prato - até se comeu tudo - mas ficam uns baguinhos de arroz. Vai tudo para o lixo ou pelo ralo do lava-loiça abaixo. Esses bagos de arroz, que parecem insignificances, ao fim de um tempo correspondem a um prato cheio de arroz. E não é preciso muito. Faz-se uma panela de arroz e sobra. Quem nunca? Há três opções em primeira instância: guardar deitar fora guardar para deitar fora mais tarde Guarda-se na esperança de ainda o comer; deita-se fora porque se sabe que já não se vai comer; ou guarda-se na esperança de ainda o comer (para descansar a consciêcia), mas sabendo que é certo que vai parar ao lixo dentro de dias. Esses restos de arroz não comido falecem num Tupperware no frigorífico (para quem ainda os usa), outros falecerão numa caixa plástica do chinês e outros numa de vidro. Só muda o caixão, o morto é morto em qualquer um. Em criança diziam muitas vezes (a mim e aos outros): ...

O dia em que o Parlamento foi ao VAR

Um indivíduo, deputado daquele partido cujo nome não pronuncio mas que em inglês tinha logo outro sainete - Enough Party -, lembrou-se de fazer como as crianças na escola e mandar beijinhos a uma miúda. Estava tudo bem não fosse não ser nenhuma criança (pelo menos fisicamente) e não estar na escola. É que nem sequer foi no recreio, embora muitas vezes pareça. E nem mesmo foi a uma miuda da sua liga, muito menos da sua laia.   O indivíduo estava mesmo no Parlamento Português. E nem sequer foram beijinhos sentidos, o que tornou a coisa ainda pior. Foram beijinhos sarcásticos, em jeito de "cala essa boca". Um gesto infantil, episódio repetido na novela deste partido; deve ser requisito mínimo para entrar. O Sr. Presidente da Assembleia que, para leigos, é uma espécie de árbitro da Casa da Democracia, não tendo uma visão clara do acontecimento - dado que o indivíduo estava à sua esquerda na Mesa da Presidência -, recorreu ao VAR e, no dia seguinte, deu a reprimenda à criança; ess...