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Mensagens

Festas em Honra de NS da Guia - BVGolegã

75 anos da AHBVG

 

Esperteza saloia...!

Se fosse eu que estivesse na gruta... Ui!... Se fosse eu...! Tinha andado para trás para encontrar a saída antes daquilo encher tanto. Pena não ter poderes paranormais para enviar telepaticamente aos rapazes as minhas soluções infalíveis. Pensando bem, nem tinha entrado na gruta, claro. Foram mesmo estúpidos, estava-se mesmo a ver que aquilo ia acontecer. Se tivesse tido oportunidade tinha mesmo enviado ajuda, não só aos rapazes, mas também às equipas de resgate, porque a minha sabedoria imensa também abrange a área do salvamento (em gruta, na montanha, no deserto e até na lua) Se fosse eu que estivesse nas equipas de resgate tinha posto mais bombas a para tirar a água lá de dentro. E furado a montanha para os tirar por cima. E... E... Somos, nós, portugueses (e não somos certamente os únicos) exímios treinadores de bancada. Temos solução para tudo, porque se fôssemos nós... Ui!... Haviam de ver. Somos nós e o Elon Musk com a sua cápsula maravilha (ou tentativa de auto-promoçã...

Li um artigo de opinião sobre a Praxe

Li e não concordei. Tenho outra opinião. Já agora, podem lêr o artigo em causa aqui   (Note-se que o li quase há um ano, quando foi publicado, mas o post ficou aqui perdido...) (Aviso à navegação, só para que conste: eu vivi a experiência. Sim, andei a rebolar no chão, a gritar cânticos contra outros cursos, a partir ovos podres na cabeça e a comer sem talheres, entre outros) Respeito a opinião. Mas não partilho dela. Eu fui praxada e praxei. Praxar não é matar ninguém. Infelizmente há excepções, há exageros, como em tudo na vida. E isso sim deve ser evitado; mas não é com vinagre que se apanham moscas. Não concordo que se proíba a Praxe porque algumas foram (muito) mal organizadas e correram mal. Seria como proibir as pessoas de conduzir porque há caramelos que conduzem mal e provocam acidentes. Mas há coisas, como o código da estrada (e o da praxe) que visam regulamentar as ações para que não hajam efeitos negativos (ou, pelo menos, para que sejam minimizados). Concordo qu...

O 'diz que disse' e a besta que há em cada um de nós

Somos todos bestas. É verdade. Por muito que apontemos o dedo ao outro, nós somos iguais. O ser humano é exímio na arte do "vou-te contar uma coisa mas não digas a ninguém" No dia seguinte já vamos em "fulano contou-me uma coisa e pediu-me para não dizer nada a ninguém, mas a ti vou contar" Daí a uma semana já toda a gente sabe e comenta no corredor o (que resta da) história que tinha sido contada a uma só pessoa, em segredo. Somos realmente umas bestas. É muito mais fácil falar do outro pelas costas do que enfrentá-lo. E o melhor é quando encontramos parceiros de luta: "Eu também não gosto nada desse gajo" ; e pronto, forma-se ali uma espécie de reunião de alcoólicos anónimos em que acabamos todos a partilhar a nossas dores relativas ao tal gajo. Não resolvemos nada, mas sentimo-nos muito melhor. Melhor do que se fôssemos falar com o tal gajo frente a frente. Ali estamos em monólogo e ganhamos sempre. Fácil. Somos bestas. Mas somos as bestas per...

Um gajo tem que ser rijo!

Há dias em que "um gajo" - eu - era capaz de mandar pastar algumas pessoas... É incrível o nível de maldade que é capaz de transportar uma só pessoa. Desconfio que, às vezes, até se vê nos olhos a linha líquida da madness a balançar. (Só não transborda porque a cabeça é oca e ainda leva mais 1L ou 2) Qual é a necessidade de espezinhar os outros para subir na vida? Têm cara de degrau? O que vale é que essa gente, mais tarde ou mais cedo, acaba por pagar pelo que fez. Como li um dia algures, as pessoas com o rei na barriga esquecem-se que, um dia, a coroa tem que sair por algum lado . É essa a minha esperança! Raios partam essa gentinha pequenina que só sabe causar o caos! Um gajo tem que ser rijo para aturar estas merdas, sorrir, acenar e ser feliz. Tenho dito.

Zé, até já

Morreste Zé Pedro... E talvez tenham morrido os Xutos. Passei horas da minha vida a ouvir Xutos, outras tantas a cantar Xutos, algumas (poucas) tentar tocar Xutos... Não sei porquê, Zé, mas eras o meu preferido. Simplesmente, eras. Talvez fosse a irreverência. Talvez a rebeldia. Talvez. Excessos à parte; raios partam a teimosia da puta da doença! ... ouve-se do cais uma voz perguntar se temos nós a certeza de voltar porque com tanta destreza nos esquecemos sobre a mesa das cartas de marear ... Esquecemos todos. Por isso não voltamos. Zé, até já.