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Mensagens

"Cornovírus" - desculpa Monchique!

Em fevereiro, quando o 'novo corona vírus' ainda era só uma daquelas coisas distantes que dão no telejornal, daquelas que nunca chegam ao nosso cantinho, o Joaquim Monchique brincou chamando-lhe "cornovírus" na brilhante peça 'Mais respeito que sou tua Mãe!'. Desculpa Monchique, mas nessa noite, como diria um colega meu, plantaste a sementinha no mal em mim e a partir daí roubei-te o "cornovírus"! Se tivesse sido duas semanas depois talvez já não tivesse ido ao Porto e talvez lhe chamasse agora outra coisa! Não que morra de amores pelo bicho mas, se é para termos qualquer coisa, ao menos que tenha graça. E "cornovírus" tem, pelo menos para mim. Podia dissertar acerca do tema e dizer que com este vírus já muitos estavam infetados, com um ou mais valentes pares de cornos na testa; mas o cabrão do bicho está a todo um nível acima do adultério. É que nem precisas tocar, o bicho pega com qualquer espirro mais descontrolado. E pimba, apanhas ...

Feliz Natal...

...naquela que será sempre a casa d'avó São. 

Se a vida te der limões e não gostares de limonada, vende-os

Só não há remédio para a morte. E, muitas vezes, ainda bem que não. As outras coisas, um gajo vai levando melhor ou pior conforme quer ou conforme pode. E a mesma coisa tem proporções diferentes se for vivida hoje ou amanhã (ou se tiver sido vivida ontem). Há uma série de constrangimentos e acontecimentos que levam a que assim seja. Take it easy ... De resto, um gajo cá se vai arrastando na vida; uns dias melhores, outros piores. Uns dias bebe-se a limonada, outros dias vendem-se os limões, outros dão-se, outros até deixam-se apodrecer... É a assim a puta da vida. Sejam felizes e façam dos vossos limões o melhor que puderem que ninguém tem nada a ver com isso! E o resto são cantigas.

É já na sexta! #FNC2018

XLIII Feira Nacional do Cavalo 2018

As pessoas são muito complicadas!

A vida é simples, as pessoas é que a complicam. Se fôssemos todos binários, feitos de '1's e '0's, não havia problemas. Era sim ou não, sim ou sopas, não havia estados de espírito intermédios, que hoje são um 'sim' mas, amanhã, se acordar com os pés de fora, são um 'não'. É muito difícil lidar com pessoas. É, talvez, a tarefa mais difícil de todas. Há pessoas mais coerentes, há pessoas menos coerentes. Mas somos todos humanos, feitos de carne e osso e carregados de emoções e são essas emoções que causam desequilíbrio. Por muito coerente que alguém costume ser, há sempre um dia, aquele dia, em que vai dizer ou fazer aquilo por que ninguém esperava. E quebra-se assim o equilíbrio que existia à sua volta. Deixamos de saber lidar com aquela pessoa porque, afinal, os estados de espírito dela também mudam como os dos outros. Isto aliado ao facto das pessoas (todos nós) termos uma necessidade intrínseca de nos agruparmos por um ideal comum (ser do ben...