Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Eu já não sou aquilo que era...

Corri. Saltei. Caí e sujei-me. Cortei o meu cabelo e até mesmo as calças de ganga. Fiz asneiras. Fiz barracas com canas, caixas de madeira e de cartão. Abri e fechei lojas amontoando cadeiras e trapos. Vendi kilos de bolos de terra sem nunca tocar em dinheiro. Vendi peixe que nunca existiu. Fiz tendas com lençóis e depois desmanchei-as. Desmanchei televisões para brincar com o seu interior. Arranquei os braços às bonecas e cortei-lhes o cabelo. Joguei à apanhada e até ao berlinde. Saltei ao elástico e joguei à bola. Joguei basquete e xadrez. Andei de bicicleta e de tractor. Apanhei conchas, búzios e pedrinhas na areia da praia. Brinquei. Queria ser cabeleireira, médica e arqueóloga. Fiz tudo aquilo que as meninas costumam fazer. E os meninos também. :) Fui muito feliz porque na minha infância não haviam telemóveis. Ninguém preferia um jogo de computador a jogar às escondidas. As consolas não nos roubavam as horas de brincadeira com o vizinho. Íamos a pé para a escola. Comprávamos bolas...

Estupidez, apenas estupidez...

Ou burrice, incapacidade ou, qui ça, cobardia...! Vivemos num Mundo comandado por uma 'teoria de massas', em que alguém com um determinado estatuto (merecido ou não) dita regras, como que leis, nas quais uma multidão acredita, mais, poria as mãos no fogo por elas e pior, mesmo por esse alguém... Essas multidões desenfreadas que todos os dias dizem meia dúzia de balelas sem saber o que realmente estão a proferir, seguem fielmente as leis daquele que pensam ser o detentor de toda a inteligência e sabedoria universais. Como foi sua-excelência-o-senhor-que-sabe-tudo-e-tem-sempre-razão que disse, é porque é verdade e ninguém questiona... Não têm sequer capacidade para ter vontade própria ou pior, têm medo de tentar tê-la. Venha quem vier a dizer o contrário, nunca terá razão. Os seus discursos serão lidos na diagonal e deles retirado apenas o que interessa a sua-excelência-o-senhor-que-sabe-tudo-e-tem-sempre-razão . Excertos em pegará e distorcerá à sua vontade, sem qualquer fundam...

Sem Título

Pensei em deixar-te um comentário, Mas não sabia o que escrever... O coração tomou as rédeas E eu deixei acontecer... Não vou dizer que te amo. O verbo amar não serve mais... É demasiado pequeno, É concreto demais... O que sinto é complexo, É abstracto e muito maior... Não há palavras que o definam, Nem mesmo 'Amor'... Nem o maior dicionário no Mundo, Nem o mais profundo conhecimento, Têm as palavras necessárias Para definir este sentimento...! Apenas as palavras trocadas No silêncio de um olhar Conseguem defini-lo bem, Sem nenhum erro a apontar! Não tenho muito jeito para isto Tentei não te desapontar! Foi a Paula Mattos, Se quiseres reclamar!

Bicho-Homem

Sim, Homem. Há realmente gente muito estúpida!... Como portas, talvez. Não. Pior; as portas ainda têm alguma utilidade. Pessoas que não merecem sequer o que sentimos por elas. Ou o que sentíamos, enfim... Não merecem também que eu gaste o meu tempo a falar delas. O meu tempo é precioso demais para que o gaste com futilidades. Mas já que comecei... Acabo. As pessoas desiludem-me cada vez mais. Quando não as conheço, incomoda-me; quando as conheço sinto que, ao contrário do que pensava até então, nunca as conheci realmente... E agora, nem tenho vontade! Tenho vontade sim de as mandar pastar, até de lhes partir a cara...! Mas não desço tão baixo. Esses bichos-Homem só merecem desprezo. São criaturas de pântano que invadem a cidade com os seus hábitos lamacentos. Não conseguem ver mais do que o seu próprio umbigo. Aquilo que os outros pensam é para eles lixo; quando no fundo, eles são os bobos da côrte... Julgam-se 'Deus'. Sentem-se dominadores, fortes e intocáveis. Muito acima do...

Brevemente... Algarve!!!

Férias da Páscoa, finalmente!... 10 diazitos para descansar a pestana! E se Deus quiser, daqui a 2 dias vou para o Algarve; céu azul e nuvens brancas, espero eu, porque para triste já basta a vida quanto mais o tempo...